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Descubra a minha jornada emocionante enquanto enfrento a perimenopausa, compartilho meus sintomas, sentimentos e a busca por entendimento, uma fase que precisa de atenção. Acompanhe minha história e descubra como você não precisa estar sozinha nessa participando de uma comunidade de apoio entre mulheres que passam pelo mesmo processo.
Olá mulherada, neste artigo quero trazer algumas informações sobre o climatério e os sintomas que tenho percebido ao longo de dois anos. Esse tema é muito importante e que afeta diretamente a vida de muitas mulheres: o climatério. Talvez você já tenha ouvido falar sobre isso, mas ainda não entende bem o que é e como pode influenciar na sua vida. Não sou especialista nisso, mas busco as informações com base naquilo que sinto e percebo no meu corpo. Então, senta aí e bora fazer essa leitura!
O climatério é uma fase natural na vida da mulher, marcada pela transição do período reprodutivo para o não reprodutivo. Durante esse processo, ocorrem uma série de mudanças tanto físicas quanto emocionais, que podem afetar significativamente o bem-estar e a qualidade de vida.
Basicamente, o climatério é dividido em três fases: perimenopausa, menopausa e pós-menopausa. A perimenopausa é o estágio inicial, caracterizado por alterações hormonais que levam à irregularidade menstrual e a sintomas como ondas de calor, insônia e mudanças de humor. Esse período pode começar por volta dos 40 anos e se estender por até 10 anos.
A menopausa, por sua vez, é oficialmente reconhecida quando a mulher passa 12 meses consecutivos sem menstruar naturalmente. Nessa fase, os ovários produzem menos estrogênio, levando ao fim da capacidade reprodutiva.
Já a pós-menopausa é a fase que sucede a menopausa, e os sintomas do climatério podem persistir por até uma década após o término das menstruações. É importante destacar que nessa etapa as mulheres estão mais suscetíveis a complicações de saúde, como a osteoporose, devido à diminuição da densidade óssea.
Diante desse cenário, é fundamental que as mulheres fiquem atentas à sua saúde, especialmente à saúde óssea, e façam ajustes nos hábitos de vida para garantir um envelhecimento saudável e com qualidade de vida. Afinal, cada fase do climatério merece ser vivida da melhor forma possível, com cuidado e atenção à própria saúde. Texto extraído com base no site Clínica Croce.
Quanta informação né? E muita muita mulher nem sabe disso, então já peço que compartilhe esse artigo para outras mulheres buscarem ajudar, assim como eu.
Talvez você não saiba quais os sentimentos, sintomas e sensações que antecedem a menopausa. Ou melhor, foi pega de surpresa!
Bem, vou relatar o que tem ocorrido comigo. Escrever é uma forma de terapia para mim, por que parece tão difícil explicar algo que acomete toda mulher, entretanto quando você se depara em condições que acreditava que só iam acontecer aos 50 anos, por que é fase que deveria acontecer né mulheres? Mas, infelizmente ou felizmente?por que é preciso aceitar e buscar ajuda para compreender por que você não é a mais a mesma, simplesmente assim.
Na minha adolescência não tive muita informação a respeito do que era a menopausa, eu nem fui muito instruída a respeito da amenorreia, aquela primeira menstruação. Naquela época existia um tabu, eu mesma tinha vergonha de falar sobre, era algo escondido, talvez você tenha passado por isso.
RECONHECENDO OS SINTOMAS:
E quando percebemos, os 40 chegaram!. Foi depois que fiz 40 anos que tudo começou a aparecer. Um calor estranho, acordar de madrugada sem motivo, dores fortes de cabeça, aquela que até a luz incomoda. Atuei com um enfermeiro que tinha uma especialidade em Acupuntura e um dia ele fez um Live sobre TPM, a tensão pré menstrual. Nela, ele abordou sintomas de TPM e também da menopausa e esses tópicos despertaram atenção para estudar mais, porque eu já tinha sentido fogacho, só que até então não sabia que era um fogacho. Foi em sua live que pude identificar que já estava começando a sentir esses calorões que tantas mulheres sentem e ficam super mal.
Eu comecei a anotar esses eventos depois dos 40, em Agosto de 2022, tive uma onda de calor pela madrugada, lembro que acordei suada, uma sensação ruim, um calor vindo das costa até a região das mamas, aliado a uma inquietação e respiração ofegante. O que me deixou irritada, demorei a dormir novamente, acordei no dia seguinte como se estivesse de ressaca. No mesmo ano, em setembro senti novamente o calor vindo da costas para a região das mamas e perduram por uns três dias.
ACEITAÇÃO E BUSCA POR AJUDA:
Você deve estar me perguntando e porque não foi ao médico averiguar tudo isso? A negação! Vinha os pensamentos, mas sou tão nova, como assim? Não, claro que não! vai passar.
Acho que nenhuma mulher quer aceitar de cara que está passando por isso. É como você dizer a você mesma, você está envelhecendo Cris, aceita que dói menos.
E é verdade, mulheres, naquela época eu acreditava que era algo que não precisava averiguar que isso viria só com os 50 anos, mais tarde, lá na frente. Mas meu corpo já estava dando sinal e não queria ver ou melhor aceitar. E em janeiro de 2023 senti outro calorão, me senti mal, sem energia, estava no pico de exercícios. Mas simplesmente foi um mês de baixa energia, me senti irritada, impaciente parecia que tinha uma bola de calor dentro de meu tórax, as dores de cabeças também passaram a me acompanhar. Em 7 de agosto, às 5:15 acordei com aquele calor novamente, tão desagradável. Os acordar de madrugada começaram a ser mais intensos, pelo menos duas vezes por mês. Foram exatamente 3 fogachos em novembro de 2023, sempre vindos das costa para região do tórax na região das mamas, dores de cabeça também acompanham durante o dia e você já deve imaginar, irritabilidade. Ficava mais sensível e irritada, às vezes chorava sem um motivo grandioso.
Sabe, revendo meus relatos vejo que na verdade não queria aceitar que já estou no climatério, talvez a perimenopausa, estarei confirmando estas mudanças após realizar a bateria de exames que irei fazer nos próximos dias.
No fundo eu não queria aceitar, pois dentro de mim dizia que eu não queria passar por isso, que meu corpo está envelhecendo. Mas não dá mais para segurar e se sentir sozinha, chorar por situações que outrora conseguia resolver perfeitamente, e hoje sinceramente se tornam tão difíceis.
Eu quero passar por isso bem, não quero viver melancólica, triste, chorando, me sentindo mal, cansada mentalmente, me irritar ou brigar. Certo dia ouvi de uma pessoa que relatou passar pelo que tenho passado e disse a frase: você não está depressiva! E fiquei pensando, não! Não estou, é uma fase que preciso aprender a conviver. Veio na hora em que eu não acreditava em vir, mas veio!
E como sempre digo, em tudo existe uma semente de benefício! Mas pode haver benefício em todos esses sintomas? Eu ainda vou descobrir, ainda não sei, mas peço que Deus me dê direcionamento. Eu não estou doente! Eu só preciso reaprender a cuidar deste corpo que Deus me deu, nutrir, olhar para suas imperfeições como perfeito pra Deus, ouvir mais o compasso da vida, ser menos em tudo.
Talvez seja a idade do amadurecimento, do despertar para um renovo, um novo olhar diante de circunstâncias tão femininas e tão nossas, que só quem passa sabe descrever.
Ela certamente chegou por aqui, as confirmações virão e eu preciso deixar ela entrar sem medo, sem paranóia, sem culpa, sem pensamentos destrutivos. Afinal, precisamos esquadrinhar nossos pensamentos a fim de que eles possam nos levar ao melhor caminho fértil, calmo e tranquilo.
Quero passar por esse vale escaldante, com o sombrero do Senhor para que não me aqueça a ponto de desidratar, de esvair as melhores emoções e atitudes: amor, compaixão, ternura, amor próprio, respeito ao processo, atenção ao que fazer, zelo?e não permitir que a tensão, a tristeza, a melancolia, o choro invadam a minha mente.
EM BUSCA DE ALÍVIO
Outra coisa que me fez bem também foram os banhos gelados de mar. Aqui no Espírito Santo as águas não são mornas, e eu não gostava da água gelada, mas com as ondas de calor que passei a sentir me fizeram gostar de entrar no mar nos dias em que me sentia mal com os calorões. Além dos banhos de mar gelado, eu caminho na praia. Relatei para minha mãe que já está na fase pós menopausa, que ao sentir esses calorões ela tomava chá de amora e pediu que eu incluisse na minha dieta. Tomei por algum tempo, porém não coloquei como um hábito regular, tomava outros chás. Eu já comia muita salada e legumes, só que menos carne vermelha. Mas tive que fazer uso de mais proteína. É essencial neta fase.
Outra indicação que preciso você precisa seguir a risca é fazer atividade física com maior intesidade, como musculação.Eu preciso urgente iniciar, esra etapa vai me ajudar a manter massa magra e a fortalecer meus musculos.
Buscar apoio emocional é fundamental também, pois como é uma mudança muito drástica você se sente perdida e ter alguém com quem possa partilhar suas emoções vai lhe tranquilizar.
Procure algo para fazer de terapêutico, como escrever em um diário, escrever textos, mesmo que você não tenha um blog, pode usar o word para escrever o que sente, ajuda a extravasar os pensamentos e sentimentos.
Conversar com alguém mais experiente que já passou, procurar sites que falam a respeito, seguir profissionais que trazem uma abordagem esclarecedora simples e com orientações praticas para nossa rotina.
Procurar uma Ginecologista de confiança para realziar todos os exames necessários e comprobatórios de que você está no climatério. Esta etapa já está em andamento, ainda não tenho os resultados dos exames, brevemente vamos saber como andam as taxas hormonais, eu espero o melhor.
E o mais importante ter consciência de que você precisrá conviver com essa nova fase. E que não esta sozinha. Sabe, revendo meus relatos vejo que na verdade não queria aceitar que já estou no climatério, talvez a perimenopausa, estarei confirmando estas mudanças após realizar a bateria de exames que irei fazer nos próximos dias.
UM NOVO OLHAR SOBRE A MUDANÇA
Eu quero passar por isso bem, não quero viver melancólica, triste, chorando, me sentindo mal, cansada mentalmente, me irritar ou brigar. Certo dia ouvi de uma pessoa que relatou sobre o que ela passou e disse a frase: você não está depressiva!
E fiquei pensando, não! Não estou, é uma fase que preciso aprender a conviver. Veio na hora em que eu não acreditava que viria, mas veio!
E como sempre digo, em tudo existe uma semente de benefício! Mas pode haver benefício em todos esses sintomas? Eu ainda vou descobrir, ainda não sei, mas peço que Deus me dê direcionamento. Eu não estou doente! Eu só preciso reaprender a cuidar deste corpo que Deus me deu, nutrir, olhar para suas imperfeições como perfeito pra Deus, ouvir mais o compasso da vida, ser menos em tudo.
Talvez seja a idade do amadurecimento, do despertar para um renovo, um novo olhar diante de circunstâncias tão femininas e tão nossas, que só quem passa sabe descrever.
O Climatério certamente chegou por aqui! As confirmações virão e eu preciso deixar ele entrar sem medo, sem paranóia, sem culpa, sem pensamentos destrutivos. Afinal, precisamos esquadrinhar nossos pensamentos a fim de que eles possam nos levar ao melhor caminho fértil, calmo e tranquilo.
Quero passar por esse vale escaldante, com o sombrero do Senhor para que não me aqueça a ponto de desidratar, de esvair as melhores emoções e atitudes: amor, compaixão, ternura, amor próprio, respeito ao processo, atenção ao que fazer, zelo?e não permitir que a tensão, a tristeza, a melancolia, o choro invadam a minha mente.
Que este relato possa ser um alerta a outras mulheres que estão iniciando esta jornada e muitas nem conseguem entender o que ocorre. Que o Senhor mostre a você o caminho que precisa seguir e lhe entender que faz parte do ciclo da vida feminina, todas vamos chegar lá. Ao ter conhecimento, você se blinde, você consiga dizer não ao que os sintomas podem causar.
Aceitar que a hora chegou e que você não está sozinha SupriDa, o Senhor está com você e todas também, estasmos aqui para lhe apoiar e ouvir-te.
Por isso quero te convidar para partilhar comigo essa experiência, o que te ajudou, o que melhorou, o que você precisou reaprender. Eu ainda não sei o rumo que levará, mas sei que preciso CONVERSAR, EXTERNAR, SER OUVIDA, COMPARTILHAR, não quero me sentir SOZINHA, e talvez você que está passando também não.
É um projeto inicial, no qual quem desejar participar precisará fazer parte do grupo no Whatsapp: VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA. Serão as telas de conversas online entre mulheres que estejam passando por este período e se veem sozinhas e não tem com quem conversar.
Por que online Cris? Que sua localização não seja um impeditivo de entrar na tela de conversas VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA. E podemos usar os recursos disponíveis com as plataformas de reuniões como o zoom.
Qual mulher não gosta de conversar? Compartilham nossa jornada e experiências neste novo ciclo da vida mulher.
O grupo servirá para que ali possamos deixar recados e links dos encontros onlines, onde vamos fazer a Tela de conversas online, desabafar, soltar o que está preso, dizer o quanto se sente, partilhar suas emoções com outras, agradecer por cada aprendizado, orar por nós mesmas para que tenhamos forças para seguir esta jornada de forma tranquila e sabiamente.
Os encontros serão um ambiente seguro e acolhedor, o que relatamos lá, lá ficará conosco, uma regra de ouro! Só será permitido referenciar a história da colega se ela permitir. E tenho certeza que o Senhor estará no controle.
Faça parte!
A jornada deste novo ciclo da vida da mulher não precisa ser sozinha, mas ouvida e compartilhada com as mais experientes.
Vamos aprender a lidar com os efeitos que a menopausa traz para o corpo da mulher.
Juntas, podemos compartilhar nossas experiências, aprender e nos apoiar mutuamente.
Para participar, junte-se ao grupo no WhatsApp clicando Aqui "Tela de Conversas online "COISAS DE MULHER" e faça parte de nossas conversas online, venha ser edificada e edificar a vida de outras mulheres.
Vamos enfrentar esse ciclo da vida feminina juntas!